Gripe, resfriado ou rinite alérgica?
29 de maio de 2018
Diabetes: conheça os sintomas e como tratar a doença
12 de junho de 2018
Exibir tudo

O planejamento familiar é cada vez mais necessário diante da vida corrida das pessoas, as mulheres possuem diversas funções e precisam ter um tempo para engravidar e poder aproveitar esse momento tão especial.

É preciso conciliar trabalho, relacionamento e a família para decidir qual é a hora certa, enquanto isso utiliza-se os métodos contraceptivos para adiar a chegada do bebê. Mas, qual é a melhor opção para cada caso?

Cada um deles serve para momentos e pessoas diferentes, sendo que os efeitos no corpo são variados e dependem muito do estilo de vida do indivíduo.

Saiba mais sobre cada um e conheça as diferenças:

Pílula anticoncepcional: muito recomendado para mulheres que sofrem com alergia ao látex (composição das camisinhas) e também para outros problemas femininos. As pílulas existem em diversas composições e são ou de uso contínuo (todos os dias) ou com intervalos estipulados pela bula (normalmente, 4, 5 ou 7 dias). A escolha do medicamento deve ser feita de acordo com cada indivíduo, com o auxílio de um ginecologista.

Preservativos: é o mais comum e básico dentre todos, e muitas vezes é utilizado juntamente com os demais dessa lista, por ser o único que evita não somente a gravidez, como também a transmissão de DSTs, por exemplo. Existem nas versões masculina e feminina, ambas apresentam eficácia acima de 90%.

DIU e SIU: São dispositivos colocados dentro da vagina, que formam uma barreira para impedir o encontro dos espermatozoides com os óvulos. A diferença entre os dois é que o material que os compõem (cobre ou plástico maleável, respectivamente) e que o SIU também libera doses contínuas de hormônio, para auxiliar também no ciclo menstrual da mulher.

Adesivo transdérmico: é aplicado na pele e transfere doses de hormônio ao corpo. Indicado principalmente às mulheres cujo o organismo não tolera a pílula, o adesivo tem a mesma eficácia. Deve ser utilizado por três semanas, trocando de adesivo a cada sete dias. Na quarta semana, corta-se o uso para deixar o ciclo menstrual recomeçar.

Injeções anticoncepcionais: medicamento que age como a pílula, mas tem uma fórmula mais potente. Por isso, suas doses devem ser aplicadas mensal ou trimestralmente.

Anel vaginal: talvez o método menos popular, apesar de ser tão confortável quanto os outros. É aplicado mensalmente, introduzindo-o na vagina com os dedos (igual a um absorvente interno). Ele libera hormônios para inibir a ovulação.

Para saber qual é a melhor opção para o seu caso, consulte um ginecologista especialista. Entre em contato com o Dr. Imuvi e agende a sua consulta.